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TÚ ERES LIDER


Escrito por
Marcelo Alejandro Pedroza

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O verdadeiro mestre PDF Imprimir E-mail
Martes, 23 de Febrero de 2010 16:33
Por Wilmar Marçal - Reitor da Universidade Estadual de Londrina, 
Paraná, Brasil.
 
 
 
 
 
Alguns países ainda experimentam melhorar seus índices de desenvolvimento investindo grandes recursos na educação. Esse aspecto é imprescindível para se alavancar o progresso. Porém, há ainda a necessidade de se melhorar o relacionamento humano, quando se trata de educação. No passado tínhamos uma conjuntura diferente dos dias atuais. O comportamento dos estudantes era muito diferente e melhorar e atrair a atenção dos jovens para o aprendizado, entretendo todos para melhor consolidação do ensino deve ser uma constante busca do professor, dentro e fora da sala de aula. Todavia é preciso incentivar a nobre profissão de professor, que tem sido pouco escolhida pelos mais jovens. Se fizermos uma reflexão perguntaremos: O que mudou? Um simples bom dia, um levantar de mão, um pedido de com licença, uma forma respeitosa de se dirigir aos mestres chamando-os de professor ou professora: esse parece ter sido esquecido pelas pessoas, sobretudo os mais jovens. Assim eram os comportamentos dos alunos no passado, sobretudo no ensino fundamental, ou seja, a base para a construção educacional do futuro cidadão. Com os anos foram surgindo uma revolução de comportamentos, manifestada pelo esquecimento de valores cívicos, irreverências, apelidos maldosos, bullings e diálogos virtuais, que muitas vezes são frios e inescrupulosos. Hoje, lamentavelmente, os índices mais evidenciados e demonstrados continuamente pela mídia nas escolas, públicas ou privadas são: violência, rebeldia, mortes e uma infinidade de formas incomuns de relacionamento humano. Todos esses indesejáveis acontecimentos e fatos acabam represando na pessoa do professor ou da professora, que, além de ensinar, muitas vezes também precisam educar. O diagnóstico de todos os episódios ruins que permeiam as escolas no país e no mundo já possui pontos em comum e uma etiologia conhecida: a razão está na estrutura educacional das famílias. Elas sim, as famílias, pais e mães, precisam reassumir a educação de seus filhos na plenitude evitando transferir essa missão para as escolas. Caráter, personalidade, comportamento social, disciplina e limites são conceitos que se aprende em casa, no bom e equilibrado convívio familiar. Os pais também precisam voltar a dizer a palavra não a alguns pedidos de seus filhos. Deixar essa tarefa para as escolas significa empurrar o problema para a sociedade e o desdobramento é perigoso e indesejável.
 
Uma das mais preocupantes conseqüências é o desanimo da profissão de professor. Não há receita milagrosa nem mágica para se resolver os problemas da evasão e do abandono da profissão, mas algo precisa ser feito com brevidade, pois essa profissão é norteadora de formação para todas as outras. O processo deve ser permanente para a recuperação da auto-estima dos professores.
 
Mas, como preservar a continuidade profissional e estimular os mais jovens a optar pela carreira de professor? É imprescindível a sensibilidade e o olhar mais próximo dos gestores educacionais que administram o sistema. Mas eles precisam pertencer à carreira e não serem indicados com finalidade política acomodativa. Os modelos educacionais onde o administrador é nomeado para dirigir, não tendo sido eleito pelos pares, já demonstraram ser um grande erro que repercute no ensino e perpetua em várias fases do aprendizado. Além dessa prevenção, há outras considerações rotineiras que podem auxiliar: visitas constantes as escolas para circular e assistir as aulas junto com os alunos; verificação in loco do número de alunos por sala, que muitas vezes é excessivo; otimizar a presença de auxiliares educacionais pedagógicos com programas de estágios remunerados, proporcionando amparo ao professor na logística e rotina do dia-a-dia. Enfim, ver para crer e crer no que ver. Mas ainda é preciso mais ações. Como sugestão e exemplo reconhecer os métodos que evidenciam a excessiva produtividade dos professores e professoras, fora das salas de aula. Valorizar e pagar dignamente por isso como remuneração agregada ao salário: são as horas de estudo para atualizar a temática, correções de tarefas e avaliações feitas por inúmeros alunos, planejamento para o ano subseqüente, adequações de calendário em função de feriados nacionais e tantas outras ações que permanecem sem evidência, mas que são de fato exercidas, praticadas e não remuneradas aos professores e professoras. Desconsideram e desvalorizam. Isso também desanima.
 
Paralelamente, de forma estratégica e planejada, recuperar e reaquecer a associação de pais e mestres em escolas que perderam esse importante aliado. As reuniões, embora possam parecer enfadonhas e cansativas, são importantes para se resolver problemas que muitas vezes são simples. É o estímulo da convivência. Renascem as festividades, comemorações em grupo, celebrações coletivas e compartilhamento de sentimentos. A permuta de informações entre pais e professores permite também evidenciar aspectos que ajudam no desenvolvimento educacional, reconhecendo comportamentos que às vezes não se manifestam em casa, mas é demonstrado na escola, ou vice-versa. Como exemplo a posse e o uso de armas ou drogas, o isolamento social, semblantes de tristeza e possível depressão. O estímulo a pratica esportiva é também um fator educacional muito interessante para entreter os jovens na escola, além de possibilitar trabalhar a relação de vitória e derrota. Escola tem que ter quadra esportiva coberta, preferentemente mais de uma, biblioteca e sala de jogos educativos que exigem silencio: por exemplo, o xadrez. Fora da sala de aula, as lições de casa, repassadas pelas escolas, implicam em obrigações dos filhos. Aos pais cabe orientar, checar e cobrar. Trocar algumas horas de televisão e internet pela atenção aos seus filhos. É fácil, divertido e prazeroso. Também serve para relaxar os próprios pais.  
 
Quando se soma valores de bem se consegue um ambiente escolar que não seja cansativo e desanimador. Cultuar respeito, obedecer a normas, valorizar a escola e tudo que tem nela, diminui o desgaste e a tensão, fazendo com que os dias sejam de fato dias de ensino e aprendizagem. Se todos juntos pudermos despertar para essa recuperação humana evitaremos as ameaças, as agressões e tantas outras atitudes condenáveis e desanimadoras que causam a desistência profissional dos mestres. Eduquemos os nossos filhos para que as escolas os ensinem. Essa pode ser uma forma de preservamos e perpetuarmos a profissão das profissões: o professor. Melhorar os índices de desenvolvimento significa uma interação entre a ação política do governo com investimentos, a participação efetiva dos pais no processo educacional, o respeito dos jovens pelos professores e pela escola e principalmente novos mestres que sempre precisarão existir.  

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Última actualización el Viernes, 07 de Junio de 2013 22:08
 

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